Kiiru
Manual de Cultura

Produção de conteúdo
sem caos.

Como a gente pensa, trabalha e fala com o cliente no Kiiru. Pra quem já está no time e pra quem acabou de chegar.

Pinguim do Kiiru acenando
01 · Por que o Kiiru existe

A gente existe pra tirar o caos da operação das agências.

Quanto mais clientes e mais gente na equipe, mais a rotina se espalha entre WhatsApp, planilha, Trello, Drive e print de aprovação, e mais caro fica não saber quem está com o quê. O Kiiru junta tudo isso num lugar só: tarefas, aprovações do cliente, publicações, horas da equipe e financeiro.

Produção de conteúdo sem caos é a promessa, e cada coisa que a gente faz precisa deixar essa promessa mais verdadeira.

Pra quem a gente trabalha

Agências de pequeno, médio e grande porte, com equipe e uma carteira de clientes pra atender. Gente que entende de marketing, percebe o detalhe e precisa que a operação aguente crescer sem virar bagunça. Social media que trabalha sozinho e freelancer não são o nosso foco.

O que a gente não é

Não somos uma agência, então não ensinamos ninguém a precificar ou a vender serviço de social media. Não somos um sistema genérico de tarefas. E não somos a ferramenta mais barata do mercado: a gente quer ser a que resolve.

02 · O que a gente valoriza

Seis coisas. Na dúvida, volta aqui.

01

Simples ganha

Se dá pra resolver de um jeito mais simples, é esse o jeito. Uma funcionalidade pequena no ar hoje vale mais que uma perfeita daqui a dois meses.

Na prática: cortar escopo sem dó, entregar o mínimo que funciona e melhorar depois.

Não é: fazer de qualquer jeito. Simples é difícil de fazer bem.

02

Rápido, com cuidado

Cliente pediu, a gente responde no mesmo dia e entrega rápido. Já aconteceu de um pedido virar funcionalidade em uma semana, e é isso que faz cliente indicar a gente.

Na prática: responder hoje, mesmo que seja pra dizer "vou ver e te retorno amanhã".

Não é: subir sem testar. Velocidade que quebra a conta do cliente não é velocidade.

03

Capricho aparece

Nosso cliente trabalha com imagem. Ele percebe o espaçamento errado, a fonte trocada, o texto com erro. Então a gente também percebe.

Na prática: revisar português, olhar no celular antes de publicar, ter coragem de dizer "ficou feio, vamos refazer".

Não é: travar tudo em detalhe. Capricho é no que o cliente vê e usa.

04

Verdade sempre

Com o cliente e entre a gente. Não prometemos funcionalidade que não existe, não inventamos desconto, não escondemos problema.

Na prática: "isso o Kiiru ainda não faz" é uma resposta aceitável. "Errei" também.

Não é: ser grosso. Dá pra ser honesto e gentil ao mesmo tempo.

05

Dado antes de achismo

A gente olha número antes de decidir: de onde vem o cliente, quanto custa, por que ele cancela. Opinião é bem-vinda, mas ganha quem traz o dado.

Na prática: registrar as coisas no sistema, porque o que não está registrado não vira dado.

Não é: ficar parado esperando o número perfeito. Às vezes a gente decide com o que tem e corrige depois.

06

O dado do cliente é sagrado

A agência confia a gente o trabalho dela e o dos clientes dela. Segurança e privacidade não são tarefa do programador, são de todo mundo.

Na prática: não compartilhar senha, não mandar dado de cliente por canal aberto, não mostrar informação de um cliente pra outro, e avisar na hora se algo parecer errado.

Não é: burocracia. É o mínimo pra alguém confiar a agência inteira na gente.

03 · Como a gente trabalha

Time pequeno, cada pessoa conta.

Esses combinados existem pra ninguém ficar perdido.

A empresa roda na Central Kiiru

Chamados, leads, atendimento, comercial, financeiro e suporte ficam lá, não na cabeça nem no grupo do WhatsApp. Se não está na Central, pra empresa não aconteceu.

Toda tarefa tem dono e prazo

"Tá com quem?" nunca pode ficar sem resposta. Se você pegou, é sua até entregar ou passar pra alguém, avisando.

Escrito ganha de falado

Decisão importante fica registrada, nem que seja numa mensagem curta. Isso evita o "mas eu achei que tinha ficado combinado outra coisa".

Responde no mesmo dia

Mesmo que a resposta seja "vi, te retorno amanhã". Se for urgente de verdade, liga.

Reunião curta e com motivo

Se dá pra resolver por mensagem, resolve por mensagem. Se precisar de reunião, chega sabendo o que quer decidir.

Feedback direto e na hora

Elogio em público, ajuste em particular. Ninguém aqui precisa adivinhar o que o outro está pensando.

Errou? Avisa rápido

Erro escondido vira problema maior. Erro avisado cedo se resolve. A gente quer saber o que aconteceu e como evitar da próxima vez, não quem é o culpado.

No comercial, tudo fica registrado

Todo lead que chega é avaliado na Central Kiiru (qualificado ou desqualificado), e toda demonstração e venda entra lá. É com esses dados que a gente decide onde colocar dinheiro em anúncio e o que melhorar no atendimento.

04 · Como a gente fala com o cliente

O jeito de falar é parte do produto.

A gente fala como quem entende a rotina de uma agência, porque entende. O tom é próximo, direto e leve. Pode ter emoji, pode ter bom humor, mas sem enrolação e sem jargão técnico. Se o cliente precisar ler duas vezes, a mensagem estava complicada.

O que a gente sempre faz

  • Responde rápido, mesmo que seja só pra dizer que está vendo.
  • Explica o "como" antes de pedir qualquer coisa do cliente.
  • Escuta o pedido de melhoria e registra. Muito do que o Kiiru é hoje veio de cliente pedindo.
  • Lembra que a garantia de 30 dias existe: se não fizer sentido pra ele, a gente devolve o investimento sem drama.

O que a gente nunca faz

  • Prometer funcionalidade que não existe ou que "vai sair semana que vem" sem ter certeza.
  • Usar a palavra "grátis" pra vender. A gente oferece garantia, não isca.
  • Falar mal de concorrente. A gente mostra o que o Kiiru faz e deixa o cliente comparar.
  • Mostrar informação de um cliente pra outro, nem como exemplo.

Quando o cliente está bravo

Primeiro entende o problema, depois resolve, só então explica. E se a culpa foi nossa, a gente diz que foi.

05 · Seus primeiros dias

Primeiro entender, depois produzir.

Na primeira semana, a meta não é produzir muito. É entender o cliente e o produto bem o bastante pra explicar o Kiiru pra alguém sem olhar o manual.

Primeira semana

  1. 1Ler este manual e trazer as dúvidas.
  2. 2Conhecer a Central Kiiru: onde ficam os chamados, os leads, o atendimento, o comercial, o financeiro e o suporte.
  3. 3Criar uma conta de teste no Kiiru e montar uma agência fictícia: clientes, tarefas, um post com aprovação e uma publicação agendada.
  4. 4Assistir a uma demonstração feita pelo time comercial.
  5. 5Ler as últimas conversas de atendimento e de vendas pra ver como o cliente fala e o que ele mais pergunta.
  6. 6Configurar seus acessos sem compartilhar senha com ninguém.

Primeiro mês

  1. 1Ter uma entrega sua no ar, mesmo que pequena.
  2. 2Trazer pelo menos uma sugestão de melhoria que você percebeu usando o Kiiru.
  3. 3Conversar com o Leandro sobre o que está funcionando e o que pode melhorar, nos dois sentidos.

Na dúvida, três perguntas decidem quase tudo.

1

Isso deixa a vida do cliente mais simples?

2

Eu teria coragem de mostrar isso pro cliente do jeito que está?

3

Se o cliente soubesse exatamente o que eu fiz, ele ficaria tranquilo?

Se as três respostas forem sim, pode seguir.

Pinguim do Kiiru com as mãos no rosto, curioso

Ficou com dúvida? Pergunta.

É pra isso que esse manual existe.